{"id":3056,"date":"2026-05-13T20:54:59","date_gmt":"2026-05-13T23:54:59","guid":{"rendered":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/?p=3056"},"modified":"2026-05-13T20:54:59","modified_gmt":"2026-05-13T23:54:59","slug":"museu-historico-de-sergipe-integra-programacao-da-24a-semana-nacional-de-museus-com-atividades-em-sao-cristovao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/?p=3056","title":{"rendered":"Museu Hist\u00f3rico de Sergipe integra programa\u00e7\u00e3o da 24\u00aa Semana Nacional de Museus com atividades em S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>O Museu Hist\u00f3rico de Sergipe (MHS), unidade cultural administrada pela Funda\u00e7\u00e3o de Cultura e Arte Aperip\u00ea (Funcap), participa das a\u00e7\u00f5es da 24\u00aa Semana Nacional de Museus, mobiliza\u00e7\u00e3o nacional promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em alus\u00e3o ao Dia Internacional dos Museus, celebrado em 18 de maio. Entre os dias 20 e 22 de maio, o p\u00fablico poder\u00e1 conferir, gratuitamente, abertura de exposi\u00e7\u00e3o coletiva, roda de conversa e sess\u00e3o de cinema com bate-papo no museu localizado no Centro Hist\u00f3rico de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2026, a Semana Nacional de Museus traz como tema &#8220;Museus: unindo um mundo dividido&#8221;, convidando institui\u00e7\u00f5es museol\u00f3gicas de todo o pa\u00eds a refletir sobre o papel dos museus como espa\u00e7os de di\u00e1logo, participa\u00e7\u00e3o social e garantia do direito \u00e0 mem\u00f3ria, com pr\u00e1ticas mais inclusivas e comprometidas com a diversidade de narrativas.<\/p>\n\n\n\n<p>A programa\u00e7\u00e3o no MHS tem in\u00edcio na quarta-feira, 20, \u00e0s 10h, com a abertura da exposi\u00e7\u00e3o coletiva &#8220;Mostra de Artes Pretagonistas&#8221;, que re\u00fane trabalhos das artistas Laize Rosendo, Suzana Su, Aline Viana, Josi Adhuma, Carine Mangueira, Juciele Oliveira, Amanda Cust\u00f3dio, Mony Mendon\u00e7a, Daniele Almeida e Tatiane Costa. A curadoria \u00e9 assinada por Edilene Guimar\u00e3es, Ros\u00e2ngela Reis e Erica Pereira. A mostra prop\u00f5e a valoriza\u00e7\u00e3o da ancestralidade, do territ\u00f3rio e da mem\u00f3ria como ato pol\u00edtico, reunindo po\u00e9ticas, narrativas e viv\u00eancias que ampliam vozes e fortalecem a trajet\u00f3ria de cada Pretagonista. A classifica\u00e7\u00e3o \u00e9 livre.<\/p>\n\n\n\n<p>Na quinta-feira, 21, das 15h \u00e0s 16h, o museu recebe a roda de conversa &#8220;Ocupando o Quadro: Mulheres Negras nas Artes Sergipanas&#8221;, com a artista visual e produtora cultural T\u00e1bata Machado, que recentemente vem assinando como Ves\u00favio. Professora, pesquisadora, artes\u00e3 e oficineira, T\u00e1bata \u00e9 idealizadora do projeto Pretagonistas e desenvolve pesquisas na \u00e1rea de estudos sobre antirracismo e empoderamento feminino. O encontro aprofunda o di\u00e1logo proposto pela exposi\u00e7\u00e3o e refor\u00e7a o museu como espa\u00e7o de escuta, reconhecimento e constru\u00e7\u00e3o coletiva. A atividade \u00e9 gratuita e tem classifica\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n\n\n\n<p>Encerrando a programa\u00e7\u00e3o, na sexta-feira, 22, \u00e0s 14h30, acontece o &#8220;Cine Corpo-Territ\u00f3rio&#8221;, com a exibi\u00e7\u00e3o do filme &#8220;Mal\u00eas&#8221; (2023), dirigido por Ant\u00f4nio Pitanga, que aborda a Revolta dos Mal\u00eas, levante protagonizado por africanos escravizados e libertos ocorrido em 1835, em Salvador, e reconhecido como um dos mais importantes marcos de resist\u00eancia negra na hist\u00f3ria do Brasil. Ap\u00f3s a sess\u00e3o, o artista visual Wendel Salvador conduz um bate-papo sobre seu processo criativo. A atividade \u00e9 gratuita e tem classifica\u00e7\u00e3o indicativa de 16 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da participa\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a exibi\u00e7\u00e3o do filme, Wendel Salvador est\u00e1 com a exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Ma&#8217;luga | Man&#8217;ugo&#8221; em cartaz no Museu Hist\u00f3rico de Sergipe at\u00e9 o dia 10 de junho. A mostra parte de um ensaio de fotoperformance que utiliza elementos como o dandismo negro e as joias de crioula para revisitar africanias presentes na forma\u00e7\u00e3o cultural sergipana, dialogando com representa\u00e7\u00f5es de pessoas negras na fotografia brasileira no per\u00edodo da escraviza\u00e7\u00e3o e no p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o, ao propor uma releitura est\u00e9tica e hist\u00f3rica dessas imagens.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Inspirado nos escritos de Serafim Santiago e da historiadora Joceneide Cunha dos Santos, o trabalho estabelece conex\u00f5es entre diferentes tempos e narrativas sobre a popula\u00e7\u00e3o negra em S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o. O t\u00edtulo remete ao termo &#8220;malungo&#8221;, de origem no tronco lingu\u00edstico Congo-Angola, utilizado para designar companheiros de travessia entre africanos escravizados que cruzaram o Atl\u00e2ntico juntos, ideia que atravessa o conceito da mostra ao tratar de mem\u00f3ria, pertencimento e reconstru\u00e7\u00e3o de imagens e hist\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>A programa\u00e7\u00e3o acontece no Museu Hist\u00f3rico de Sergipe, localizado na Pra\u00e7a S\u00e3o Francisco, n\u00ba 16, no Centro Hist\u00f3rico de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o. O equipamento funciona para visita\u00e7\u00e3o de ter\u00e7a a s\u00e1bado, das 10h \u00e0s 16h.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: Governo de Sergipe<br>Aracaju, 13 de maio de 2026<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu Hist\u00f3rico de Sergipe (MHS), unidade cultural administrada pela Funda\u00e7\u00e3o de Cultura e Arte Aperip\u00ea (Funcap), participa das a\u00e7\u00f5es da 24\u00aa Semana Nacional de Museus, mobiliza\u00e7\u00e3o nacional promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) em alus\u00e3o ao Dia Internacional dos Museus, celebrado em 18 de maio. Entre os dias 20 e 22 de maio, o p\u00fablico poder\u00e1 conferir, gratuitamente, abertura de exposi\u00e7\u00e3o coletiva, roda de conversa e sess\u00e3o de cinema com bate-papo no museu localizado no Centro Hist\u00f3rico de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o. Em 2026, a Semana Nacional de Museus traz como tema &#8220;Museus: unindo um mundo dividido&#8221;, convidando institui\u00e7\u00f5es museol\u00f3gicas de todo o pa\u00eds a refletir sobre o papel dos museus como espa\u00e7os de di\u00e1logo, participa\u00e7\u00e3o social e garantia do direito \u00e0 mem\u00f3ria, com pr\u00e1ticas mais inclusivas e comprometidas com a diversidade de narrativas. A programa\u00e7\u00e3o no MHS tem in\u00edcio na quarta-feira, 20, \u00e0s 10h, com a abertura da exposi\u00e7\u00e3o coletiva &#8220;Mostra de Artes Pretagonistas&#8221;, que re\u00fane trabalhos das artistas Laize Rosendo, Suzana Su, Aline Viana, Josi Adhuma, Carine Mangueira, Juciele Oliveira, Amanda Cust\u00f3dio, Mony Mendon\u00e7a, Daniele Almeida e Tatiane Costa. A curadoria \u00e9 assinada por Edilene Guimar\u00e3es, Ros\u00e2ngela Reis e Erica Pereira. A mostra prop\u00f5e a valoriza\u00e7\u00e3o da ancestralidade, do territ\u00f3rio e da mem\u00f3ria como ato pol\u00edtico, reunindo po\u00e9ticas, narrativas e viv\u00eancias que ampliam vozes e fortalecem a trajet\u00f3ria de cada Pretagonista. A classifica\u00e7\u00e3o \u00e9 livre. Na quinta-feira, 21, das 15h \u00e0s 16h, o museu recebe a roda de conversa &#8220;Ocupando o Quadro: Mulheres Negras nas Artes Sergipanas&#8221;, com a artista visual e produtora cultural T\u00e1bata Machado, que recentemente vem assinando como Ves\u00favio. Professora, pesquisadora, artes\u00e3 e oficineira, T\u00e1bata \u00e9 idealizadora do projeto Pretagonistas e desenvolve pesquisas na \u00e1rea de estudos sobre antirracismo e empoderamento feminino. O encontro aprofunda o di\u00e1logo proposto pela exposi\u00e7\u00e3o e refor\u00e7a o museu como espa\u00e7o de escuta, reconhecimento e constru\u00e7\u00e3o coletiva. A atividade \u00e9 gratuita e tem classifica\u00e7\u00e3o livre. Encerrando a programa\u00e7\u00e3o, na sexta-feira, 22, \u00e0s 14h30, acontece o &#8220;Cine Corpo-Territ\u00f3rio&#8221;, com a exibi\u00e7\u00e3o do filme &#8220;Mal\u00eas&#8221; (2023), dirigido por Ant\u00f4nio Pitanga, que aborda a Revolta dos Mal\u00eas, levante protagonizado por africanos escravizados e libertos ocorrido em 1835, em Salvador, e reconhecido como um dos mais importantes marcos de resist\u00eancia negra na hist\u00f3ria do Brasil. Ap\u00f3s a sess\u00e3o, o artista visual Wendel Salvador conduz um bate-papo sobre seu processo criativo. A atividade \u00e9 gratuita e tem classifica\u00e7\u00e3o indicativa de 16 anos. Al\u00e9m da participa\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a exibi\u00e7\u00e3o do filme, Wendel Salvador est\u00e1 com a exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Ma&#8217;luga | Man&#8217;ugo&#8221; em cartaz no Museu Hist\u00f3rico de Sergipe at\u00e9 o dia 10 de junho. A mostra parte de um ensaio de fotoperformance que utiliza elementos como o dandismo negro e as joias de crioula para revisitar africanias presentes na forma\u00e7\u00e3o cultural sergipana, dialogando com representa\u00e7\u00f5es de pessoas negras na fotografia brasileira no per\u00edodo da escraviza\u00e7\u00e3o e no p\u00f3s-aboli\u00e7\u00e3o, ao propor uma releitura est\u00e9tica e hist\u00f3rica dessas imagens.&nbsp; Inspirado nos escritos de Serafim Santiago e da historiadora Joceneide Cunha dos Santos, o trabalho estabelece conex\u00f5es entre diferentes tempos e narrativas sobre a popula\u00e7\u00e3o negra em S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o. O t\u00edtulo remete ao termo &#8220;malungo&#8221;, de origem no tronco lingu\u00edstico Congo-Angola, utilizado para designar companheiros de travessia entre africanos escravizados que cruzaram o Atl\u00e2ntico juntos, ideia que atravessa o conceito da mostra ao tratar de mem\u00f3ria, pertencimento e reconstru\u00e7\u00e3o de imagens e hist\u00f3rias. A programa\u00e7\u00e3o acontece no Museu Hist\u00f3rico de Sergipe, localizado na Pra\u00e7a S\u00e3o Francisco, n\u00ba 16, no Centro Hist\u00f3rico de S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o. O equipamento funciona para visita\u00e7\u00e3o de ter\u00e7a a s\u00e1bado, das 10h \u00e0s 16h. Fonte: Governo de SergipeAracaju, 13 de maio de 2026<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3058,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[32],"tags":[80],"class_list":["post-3056","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sergipe","tag-cultura"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3056","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3056"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3056\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3057,"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3056\/revisions\/3057"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3058"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3056"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3056"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/resumosergipe.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3056"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}