Na manhã desta quinta-feira (19), o deputado estadual Jorginho Araujo (PSD) ocupou a Tribuna da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) para destacar a organização e a atuação das forças de segurança durante o período carnavalesco no interior do estado, além de registrar repúdio aos erros de arbitragem na partida do América de Propriá pela Copa do Brasil.
O parlamentar parabenizou o trabalho integrado das forças de segurança pública, mencionando o secretário de Estado da Segurança Pública, João Eloy, e reconhecendo o empenho da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros. Segundo ele, o planejamento garantiu tranquilidade aos foliões e contribuiu para o sucesso das festividades em diversos municípios.
Jorginho destacou, especialmente, os festejos realizados nas cidades de Rosário do Catete, Gararu e Indiaroba, onde esteve presente. Ele também ressaltou que o Carnaval vai além do lazer. “Não é somente festa e diversão, é também geração de renda e movimentação da economia local”, afirmou.
Durante o Pequeno Expediente, o deputado lamentou a eliminação do América de Propriá na Copa do Brasil, após partida realizada na Arena Batistão. O América enfrentou o Tirol, do Ceará e, segundo o parlamentar, erros considerados graves da arbitragem influenciaram diretamente no resultado do jogo e culminaram na desclassificação da equipe sergipana.
Entre os lances questionados, Jorginho Araujo citou um gol legal do América anulado, um gol do adversário validado em situação de impedimento e um pênalti não marcado a favor do time sergipano. “Depois de 18 anos, o América voltou a disputar a Copa do Brasil. Infelizmente, erros grotescos de arbitragem marcaram essa eliminação”, declarou.
O deputado informou que já mantém contato com o presidente da Federação Sergipana de Futebol, Milton Dantas, para que seja apresentada representação junto à Comissão Nacional de Arbitragem e à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Ele também manifestou solidariedade aos jogadores, à comissão técnica, à diretoria e aos torcedores do clube. “Sabemos que representações não mudam o resultado, mas alguma providência precisa ser tomada, especialmente neste momento em que se fala tanto em profissionalização da arbitragem no país”, concluiu.
Fonte: Alese
Aracaju, 19 de fevereiro de 2026



